Versão online da Edição Pedagógica 2024 do Jornal 30 de Agosto já está disponível para leitura APP-Sindicato

Versão online da Edição Pedagógica 2024 do Jornal 30 de Agosto já está disponível para leitura

Jornal impresso será distribuído nas escolas da rede estadual durante os dias pedagógicos – 1º e 2 de fevereiro

Educadores(as) e comunidade escolar já podem ler a Edição Pedagógica 2024 do Jornal 30 de Agosto, tradicional veículo da APP-Sindicato voltado às pautas educacionais, com foco na formação e debate com a categoria.

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A versão impressa chegará às escolas da rede estadual durante os dias pedagógicos deste ano letivo – 1º e 2 de fevereiro.

A distribuição dos jornais possibilitará aos(às) dirigentes dos 27 Núcleos Sindicais e à direção estadual da APP-Sindicato ouvir a categoria, debater as condições de trabalho, fortalecer vínculos e mobilizar a base para os desafios de 2024. 

Com muitas dicas de material de apoio para fortalecer o debate, o jornal tem artigos debatendo a militarização de escolas na rede estadual e o avanço do modelo empresarial na educação pública. 

Tema central no ano de 2024, a construção de um Novo Plano Nacional de Educação, em debate na Conferência Nacional de Educação (Conae), é um dos destaques da edição. A APP-Sindicato tem sido protagonista do processo, coordenado no Paraná pelo Fórum Estadual de Educação (FEE). 

O  ano será de reconstrução, exigindo coragem para os enfrentamentos necessários, aponta a publicação. “Sem consciência de classe, reflexão crítica e ação coletiva, não reverteremos a brutal transformação da escola pública em uma máquina de moer estudantes e educadores(as)”, diz o editorial. “É hora de dizer basta e reagir”, convoca.

A luta dos funcionários(as) de escola por melhores salários e contra a extinção da carreira é outro tema em destaque nessa Edição Pedagógica, que também ressalta a mobilização nas redes municipais em defesa da plena aplicação do Lei do Piso.

Referência

O jornal analisa o atual cenário e estimula o debate sobre como os(as) educadores(as) das redes estadual e municipais podem fazer o enfrentamento diante dos ataques à gestão democrática, a busca incessante por resultados e os ataques a direitos fundamentais.

A leitura é indispensável para renovar as esperanças neste início de ano, pois como conclui o editorial: “A escola pública é nossa; é da comunidade e para a comunidade. À luta!”

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