Unioeste inicia pesquisa sobre o impacto do ensino remoto na educação especial

Unioeste inicia pesquisa sobre o impacto do ensino remoto na educação especial

Os(as) educadores(as) podem participar da pesquisa até o dia 30 de agosto, auxiliando assim a identificar problemas e elaborar novas estratégias

Foto: Arnaldo Alves/ANPr

A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE) de Foz do Iguaçu, a partir do Programa de Pós- Graduação em Ensino abriu uma pesquisa de opinião para identificar o impacto do isolamento social no ensino remoto para a educação especial. O público-alvo da pesquisa são todos os professores(as) do ensino fundamental II da Educação Especial (AEE) do estado do Paraná.

O objetivo desta consulta é investigar a atuação docente e os principais desafios nessa modalidade de ensino durante a pandemia da Covid-19. Os(as) interessados(as) em participar podem responder o questionário até o dia 30 de agosto.

O questionário foi desenvolvido  pelas pesquisadoras Silvana Telma de Lima Fritoli (Pedagoga e mestranda do Mestrado em Ensino da UNIOESTE-Foz) e Profª Dr. Adriana Zilly (Professora da UNIOESTE-Foz) do grupo de pesquisa Práticas, Saberes e Vulnerabilidades de Saúde e Educação vinculado ao Mestrado em Ensino da Universidade Estadual do Oeste do Paraná. 

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“A pesquisa dará uma visão ampla de como o ensino remoto aconteceu por meio do Atendimento Educacional Especializado (AEE), de acordo com a opinião do(a)professor(a) e também verificar como os(as) professores(as) foram afetados por este período de ensino fora da escola, identificando seus principais desafios”, explica a pesquisadora Silvana Fritoli.

De acordo com a pesquisadora, a partir dos resultados será possível elaborar estratégias que poderão auxiliar na reconstrução do que tenha sido prejudicado durante o ensino remoto, tanto para alunos(as), quanto para professores(as). “A Covid-19 afetou nossas vidas e todos fomos desafiados a fazer mudanças e desta forma vemos a necessidade de ressignificar a atuação do professor do AEE que é tão importante no meio educacional”, explica Fritoli.

Silvana Fritoli destaca ainda que é importante reconhecer o avanço e desenvolvimento dos(as) profissionais da educação neste período, onde foi necessária uma adaptação do método pedagógico para melhor atender os(as) alunos(as). 

“A covid-19 afetou nossas vidas e todos(as) fomos desafiados(as) a fazer mudanças. Mas gostaríamos de parabenizar todos, principalmente, os(as) professores(as) do Atendimento Educacional Especializado, que se desdobraram em suas atividades para proporcionar o melhor para seu(as) alunos(as). Se inovaram, aprenderam novos meios para dar aula, superaram barreiras e preconceitos, sofreram em muitos momentos, tiveram tempos de angústia, se sentiram sozinhos(as), mas continuaram firmes. E é por todo este reconhecimento que precisamos ouvir a opinião de vocês sobre como foi este período desafiador”, finaliza a pesquisadora.

Para participar da pesquisa, os(as) professores(as) poderão acessar o link, auxiliando que novas estratégias sejam elaboradas para uma reconstrução da educação especial para pessoas com deficiência. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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