Segundo Ato Nacional cobra celeridade na vacinação e auxílio emergencial para a população

Segundo Ato Nacional cobra celeridade na vacinação e auxílio emergencial para a população

A APP-Sindicato aponta que diante de incessantes ataques dos governos federal e estadual, é importante a participação da categoria nos atos, seguindo protocolos de segurança

📷 Roberto Parizotti (Sapão)

Durante a tarde deste sábado (19), as Frentes Brasil Popular, Pela Frente Povo Sem Medo, junto com sindicatos, movimentos sociais e a sociedade civil organizada, realizam o segundo Ato Nacional em defesa da vida e contra a política negacionista do presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido). No Paraná, mobilizações em diversas cidades também engrossam o coro cobrando mais vacinas, auxílio emergencial de R$600,00 e também uma política de isolamento efetiva, garantindo a vida da população paranaense.

Além de denunciar a política genocida e anticientífica do Governo Federal e que já causou a morte de 493.837 brasileiros durante a pandemia causada pela Covid-19, as mobilizações no Paraná denunciam as ações de Ratinho Jr. (PSD) frente ao Governo do Estado . Aliado político de Jair Bolsonaro, o governador segue a linha negacionista, retornando com aulas presenciais e priorizando o retorno das atividades econômicas não essenciais, facilitando a circulação da população e a transmissão comunitária do vírus.

A APP-Sindicato considera importante a participação nos atos, enfatizando a necessidade de cuidados sanitários para evitar a contaminação. É importante ressaltar também que aqueles que não tiverem condições de comparecer presencialmente nas mobilizações, podem se manifestar em casa e também nas redes sociais.

“O dia 19 é um dia de mobilização nacional e nós, Professores(as) e Funcionários(as) de Escola temos que participar. Respeitamos aqueles que prefiram não participar dos atos, mas convidamos que se mobilizem pelas redes sociais. Nós entendemos que diante de tantos ataques dos governos federal e estadual, é importante que a categoria se manifeste”, ressalta o presidente da APP-Sindicato, Professor Hermes Leão.

Junto com a luta por vacinas e o auxílio emergencial, a APP-Sindicato aponta que as manifestações também pautam a contrariedade contra a PEC-32 da reforma administrativa e denuncia os ataques à educação pública e o sucateamento do Sistema Único de Saúde (SUS), principal ferramenta de combate ao vírus.

“Vamos lutar para barrar essa barbárie que está colocada neste período de governo Bolsonaro e buscar que a vacinação em massa da população seja acelerada, garantindo a imunização do país e o retorno gradual à normalidade”, finaliza Hermes Leão.

Em Curitiba, a concentração do ato será realizada em frente a Praça Santos Andrade, com início às 15h. Para conferir a programação dos atos em sua cidade, entre em contato com o Núcleo Sindical de sua região para mais informações. É importante lembrar de manter os cuidados sanitários na mobilização, como a utilização de máscaras PFF2, distanciamento social e o uso de álcool em gel 70% nas mãos durante toda a atividade.


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