Retrospectiva 2018 - março: APP cobra número licenças legais aos(às) educadores(as) e direitos

Retrospectiva 2018 – março: APP cobra número licenças legais aos(às) educadores(as) e direitos

Ilegalidades do governo que autoriza número menor do que previsto na legislação, entre outros calotes aos(às) servidores(as)

O mês começou com a entrega de um documento pela  direção da APP-Sindicato aos(às) deputados(as) com denúncias de ilegalidades do governo Beto Richa (PSDB), antecipando a audiência pública na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). Dados apresentados comprovam margem fiscal e financeira para negociar o reajuste salarial e gasto com o pessoal. Prova mais uma vez que é falta de vontade com o funcionalismo público e com a educação. Recorde (aqui) a nota pública do Sindicato com toda a situação e histórico.

A Secretaria de Educação (Seed) divulgou o número de licenças especiais autorizadas pelo governo para 2018, porém, insuficientes para atender a categoria. A instrução normativa 01/2018 prevê o total de 1.500 licenças, sendo 1.200 para professores(as) e 300 licenças para funcionários(as) de escola. A APP segue na busca pelo aumento desse número.

Aconteceram eventos importantes para o cenário da educação. Um deles, o “Seminário sobre a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e o Ensino Médio”, na sede da APP, em Curitiba, que reuniu educadores(as) para dialogar sobre essas propostas governamentais. A Conferência Nacional Popular de Educação Paraná (Conape/PR) também esteve na pauta com eixos temáticos à educação. Como ensinamentos e reflexões, a importância em enfatizar o verdadeiro papel da retomada pela democracia e das vozes da sociedade civil organizada por meio dos movimentos sociais e das entidades educacionais.

Para fechar o mês, com o mote “A Educação Precisa de Qualidade”, professores(as) e funcionários(as) foram às ruas, praças e terminais das regiões paranaenses para conversar com a população sobre a situação da escola pública. A luta continua e foi consagrada com a vitória da APP pela ação indenizatória a mais um educador ferido no Massacre do dia 29 de abril de 2015. Ao todo, são mais de 200 ações movidas pelo Sindicato contra o Estado.

MENU