Plataformização | APP-Sindicato

Plataformização


:: Série de reportagens sobre a pesquisa Plataformização da Educação

:: Governo cobra metas abusivas, mas não oferta estrutura adequada para uso de plataformas digitais
:: Mais de 70% dos(as) professores(as) da rede estadual relatam adoecimento pelo uso de plataformas digitais, revela pesquisa
:: Para 83% dos(as) professores(as), plataformas digitais não melhoraram aprendizado de estudantes no Paraná
::Sobrecarga e assédio atingem mais de 30% dos professores(as) do ensino fundamental, revelam pesquisas
::Exclusivo: mais de 70% dos(as) professores(as) da rede estadual relatam adoecimento pelo uso de plataformas digitais, revela pesquisa

Outros materiais da APP

:: Confira o manifesto da APP-Sindicato sobre a “Educação humanizadora em tempos de tecnologias digitais”
:: Acesse o jornal 30 de agosto edição pedagógica sobre a plataformização <<

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:: Seminário de plataformização

Educadores(as) de todo o Paraná e pesquisadores(as) debateram, no dia 1º de julho, o avanço da plataformização na rede estadual de ensino, refletindo sobre seus impactos no trabalho docente e na aprendizagem, bem como as dimensões política, econômica e ideológica do projeto de desumanização em curso nas escolas do Paraná.

Organizado pela Secretaria Educacional, o seminário “Plataformização da educação: um debate necessário” lotou o auditório da sede estadual da APP para refletir sobre o tema e partir da crítica para a ação crítica, construindo estratégias de resistência e enfrentamento. A mesa da manhã, com a presença da Profª. Drª. Carolina Batista Israel, da UFPR, e do Prof. Dr. Roberto Moraes Pessanha, da UFRJ, foi transmitida ao vivo nas redes do Sindicato. Confira os materiais apresentados:

>> A ofensiva neoliberal sobre a Educação Pública do Paraná e o convite à ação engajada – Vanda Santana

>> Plataformas educacionais: O ENSINO DIGITAL COMO INSUMO PARA O MERCADO DE DADOS – Profª. Drª. Carolina Batista Israel

>> Plataformização da Educação: Um debate necessário – Prof. Dr. Roberto Moraes Pessanha


:: Referências:

CATINI, Carolina de Roig. Para a crítica da educação neoliberal: entrevista com Christian Laval. Entrevista de 2020.
DARDOT, Pierre e LAVAL, Christian. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal. São Paulo: Boitempo, 2016.
DIJCK, José Van e POELL, Thomas. Social media platforms and education. (acesso em 30/06/2023)
DIJCK, José Van. La cultura de la conectividade: uma história crítica de las redes sociales. Buenos Aires (ARG): Siglo Veintiuno Editores, 2016.
FEDER, Renato. Educação para o futuro: passo a passo para construir uma gestão educacional focada em resultados. São Paulo: Gente, 2023.
FREITAS, Luis Carlos de. A reforma empresarial da educação: nova direita, velhas ideias. São Paulo: Expressão Popular, 2019.
FREITAS, Luis Carlos de. Anotações sobre a conjuntura e a política educacionalTexto de debate na ANFOPE – em 28/03/2022.
FRIGOTTO, Gaudêncio. Educação omnilateral. In: Caldart, Roseli. PEREIRA, Isabel Brasil. ALENTEJANO, Paulo. FRIGOTTO, Gaudêncio. (Orgs.). Dicionário da Educação do Campo. Rio de Janeiro, São Paulo: Expressão Popular, 2012.
GARCIA, Sandra Regina et all. Proposta de referencial curricular para o novo Ensino Médio paranaense: apontamentos para o debate. IN: Novo Ensino Médio do Paraná: precarização, reducionismo e empobrecimento curricular na formação das Juventudes.
GOLDENSTEIN, L., e SEABRA, M. Divisão territorial do trabalho e nova regionalização. IN:  Revista Do Departamento de geografia, 1, 21-47, 2011.
HAN, Byung-ChuiInfocracia: digitalização e a crise da democracia. Petrópolis: Vozes, 2022.
HAN, Byung-ChuiPsicopolítica: neoliberalismo y nuevas técnicas de poder. Barcelona (ES): Herder Editorial, 2021. 
HAN, Byung-ChuiSociedade do Cansaço. Petrópolis: Vozes, 2019.
LAVAL, Christian. A escola não é uma empresa: neoliberalismo em ataque ao ensino público. Londrina: Planta, 2004.
LAZZARATO, Maurizio e NEGRI, AntonioTrabalho Imaterial: formas de produção da subjetividade. Rio de Janeiro: Lamparina, 2013.
MARCUSE, Hebert. O Homem Unidimensional: estudos da ideologia industrial avançada. São Paulo: Edipro, 2021.
MEC. BNCC – Base Nacional Comum Curricular.
MORAES, Roberto. Plataformização da educação. Texto publicado em seu blog em 2021.
ORWEEL, George. 1984. São Paulo: Cia das Letras, 2009.
SILVA, Patrícia e COUTO, Eduardo Souza. Plataformização da aprendizagem e protagonismo do ecrã na prática pedagógicaPreprint de 2022.
ZUBOFF, ShoshanaA era do capitalismo de vigilância: a luta por um futuro humano na nova fronteira de poder. Rio de Janeiro: Intriseca, 2021.
Grupo de trabalho do CGI. Educação em um cenário de plataformização e de economia de dados: Parceria e assimetrias (acesso 18/07/23)
Grupo de trabalho do CGI. Educação em um cenário de plataformização e de economia de dados: Problemas e conceitos


:: Matérias sobre o tema:

>>Seminário organiza enfrentamento à plataformização da educação pública no Paraná
>>Problemas que afetam educação do Paraná estão no radar de painel da ONU sobre professores(as)
>>Plataformas do atraso: relatório da Unesco alerta sobre impactos negativos do uso de tecnologias na educação
>>Plataformização: prefeitura do Rio de Janeiro proíbe o uso de celulares em sala de aula
>>Mais livros, menos telas: educadores(as) farão greve de plataformas no dia 30 de agosto
>>Prioridade à interação humana e não à tecnologia coloca dois colégios brasileiros entre melhores do mundo
>>Imposição de plataformas digitais agrava exclusão de estudantes com deficiência na rede estadual
>>Governo federal quer ouvir professores(as) sobre o impacto do uso de telas nas salas de aula
>>Plataformas digitais no Paraná estimulam a vigilância e esvaziam papel do(a) professor(a), aponta artigo científico
>>Por unanimidade, Setor de Educação da UFPR aprova manifesto contra plataformização da educação
>> “Desafio Paraná” aprofunda plataformização e esvaziamento pedagógico na educação estadual
>> Por autonomia pedagógica e contra a pressão e o assédio, educadores(as) entregam carta à Seed
>> Pressão, retrabalho e dor de cabeça: Redação Paraná vira instrumento de assédio do governo Ratinho
>> Reflexões sobre o Dia de Estudo e Planejamento da rede estadual
>> Plataformas do atraso | Artigo de Luiz Fernando Rodrigues
>> Educação violada: aplicativo não autorizado surge no celular de professores(as) e levanta suspeitas
>> O ensino presencial é insubstituível para superar lacunas da alfabetização, diz especialista em digital
>> Reducionismo pedagógico e empreendedorismo de sobrevivência: reflexões sobre os Dias de Planejamento
>> Fora Unicesumar: audiência pública debate a gambiarra pedagógica do governo Ratinho
>> “O pior aplicativo que já instalei”: plataforma Inglês Paraná inferniza a vida de estudantes e educadores(as) da rede 

:: Leia também:

>>Por unanimidade, Setor de Educação da UFPR aprova manifesto contra plataformização da educação
>>Plataformas digitais no Paraná estimulam a vigilância e esvaziam papel do(a) professor(a), aponta artigo científico
>>Gincanas de plataformas desorganizam rotina escolar e atormentam professores(as) e estudantes
>> “Somos crianças, não ratos de laboratório”; estudantes usam redes para denunciar excesso de plataformas
>> Imposição de plataformas digitais agrava exclusão de estudantes com deficiência na rede estadual
>>Pane no sistema: professores(as) relatam como foi o dia de Plataforma Zero nas escolas
>>Manifesto por uma educação humanizadora em tempos de tecnologias digitais
>>De volta aos livros: Suécia recua na digitalização de escolas após resultado desastroso
>>Edição Pedagógica sobre a plataformização da Educação
>>Relatório da Unesco alerta sobre impactos negativos do uso de tecnologias na educação

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