Mês da visibilidade lésbica com respeito para todas as mulheres

Mês da visibilidade lésbica com respeito para todas as mulheres

APP-Sindicato defende o debate da diversidade

Dia 29 de agosto é uma data que precisa ser cada vez mais publicizada e debatida na sociedade. É o reconhecimento do Dia Nacional da Visibilidade Lésbica. Afinal, chega de intimidação e preconceito em plena modernidade. Chega de perseguição por mentiras e calúnias. É preciso na prática ter direito à liberdade de cátedra. A APP-Sindicato incentiva o debate. Somos uma sociedade plural!

Avanços existem, mas, precisa muita resistência para evoluir a pauta LGBTI+. As lésbicas sofrem muito preconceito dentro da sociedade.

O secretário da Mulher Trabalhadora e dos Direitos LGBT+, professor Clau Lopes, quer um basta aos ataques e retrocessos. “A ideologia de gênero sinalizada pelo conservadorismo está enterrada pelo Supremo Tribunal Federal. No mês da visibilidade lésbica, sabe-se que as mulheres sofrem demais com o machismo. Por isso, vamos unir forças e ampliar cada vez mais o diálogo e mediações. Estamos longe de minimizar tanta dor, sofrimento e mortes da população LGBTI+”.

Pela APP e suas defesas para que todos(as) tenham o direito a ter uma vida com respeito. Assim, a escola é lugar para garantir a pluralidade, articular e construir planos estaduais de educação que insiram estes debates sobre igualdade de gênero como questão central e prioritária na educação.

✔ Dia 29 tem lançamento do primeiro Censo Lésbico Nacional (veja aqui). Às 15 horas acompanhe pelo youtube (https://youtu.be/JKZ5KXWFyj4).

 

Retrospectiva e suas vitórias:

– Casamento civil igualitário assegurado por decisão do Superior Tribunal Federal (STF) e pela Resolução nº 175, de 14 de maio de 2013, do Conselho Nacional de Justiça.

– Reconhecimento da paternidade ou maternidade homoafetivas a partir do provimento n° 52, de 14 de março de 2016.

– Adoção por casais homoafetivos como direito reconhecido em 27 de abril de 2010.

– Retificação de nome e gênero valendo a partir de 1° de março de 2018.

– Processo transexualizador pelo Sistema Único de Saúde (SUS).