Matrículas para segundo semestre da EJA terminam nesta terça-feira (11) APP-Sindicato

Matrículas para segundo semestre da EJA terminam nesta terça-feira (11)

nteressados(as) devem procurar uma das escolas da rede pública que ofertam a modalidade em mais de 270 municípios do Paraná

Foto: SEED-PR

Jovens e adultos que não concluíram os estudos no tempo estabelecido pelo ensino regular, têm até esta terça-feira (11) para se matricular no segundo semestre na Educação de Jovens e Adultos (EJA) oferecida na rede estadual de ensino do Paraná. 

Os(as) interessados(as) precisam procurar uma das instituições de ensino que disponibilizam a modalidade em mais de 270 municípios do estado e levar a documentação necessária, como certidão de nascimento, RG, CPF e histórico escolar. 

Para cursar o ensino fundamental é preciso ter, no mínimo, 15 anos completos. Para o ensino médio, o requisito é ter pelo menos 18 anos completos. A localização das escolas e a lista completa da documentação podem ser consultadas no site da EJA.

Leia também: Educação a Distância na EJA ameaça inclusão de estudantes e carga horária dos(as) educadores(as)

Manifesto

Frequentada em sua maioria por pessoas que não tiveram condições de estudar durante a infância ou a adolescência, a EJA permite a conclusão dos estudos em modalidade flexível e em menor tempo.

Além de um importante instrumento de garantia do direito à educação, a EJA viabiliza aos(às) estudantes acesso a qualificação e condições para conseguir melhores oportunidades na vida e no mercado de trabalho.

No entanto, a modalidade tem sido alvo de vários ataques durante a gestão do governador Ratinho Jr. O mais recente é a implantação de ensino à distância, medida que, na avaliação da APP-Sindicato e do Fórum Paranaense de EJA, amplia a exclusão e coloca em risco postos de trabalho da categoria.

Em um “Manifesto em Defesa da EJA 100% Presencial”, o Fórum de EJA conclama os(as) profissionais atuantes na modalidade que orientem seus(suas) estudantes a fazer as rematrículas ou as matrículas na oferta de aulas 100% presenciais.

A EJA a distância “desconsidera a diversidade de trajetórias de vida escolar dos/as estudantes desta modalidade da educação básica e se configura como uma prática de precarização de estudos e de aligeiramento de certificações”, diz o Fórum.

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