#EleNão: Educar melhor sem investir, pode isso Brasil? APP-Sindicato

#EleNão: Educar melhor sem investir, pode isso Brasil?

De olho nas eleições e propostas dos(as) presidenciáveis(as)

A educação que você e o Brasil querem depende do voto de cada cidadão(ã) para as eleições de 2018. Serão quatro anos seguidos pelo governo que você ajudou a escolher. A educação é uma das áreas essenciais e de necessidade básica para a vida da população, ou seja, requer destinação de verbas reais para atender às reais necessidades da população com qualidade.

Quem acredita que estagnar essa “peça chave” é a solução para o cenário educacional e para o país? Provavelmente candidatos(as), por exemplo, que votaram sim para a Proposta de Emenda à Constituição 241 (PEC 241), que congelou investimentos do governo Federal por 20 anos, inclusive para a educação, saúde e assistência social, conforme descrito no texto principal da PEC. Sabemos, ainda, que essa Proposta modifica a regra de reajuste do salário mínimo oficial, que se limitará à variação da inflação.

A propósito quem são eles(as)? Jair Bolsonaro (PSL) é um deles(as) e já mostrou que a sua vertente para solucionar o cenário educacional brasileiro é alcançar metas educacionais sem prever a utilização de novos recursos, ou seja, “fazer mais com os atuais recursos” e utilizar a educação à distância como fórmula mágica para tudo, ao que indica durante as entrevistas concedidas. Tanto é que votou sim para a PEC 241, que se tornou a Emenda Constitucional 95, e impede mais investimentos nos servições públicos à população! Como seria isso possível? Qual é a fórmula dita mágica para tornar o irreal ainda mais surreal?

A APP reforça que não prever mais investimentos na educação significa não prever redução de alunos(as) por turma, não prever valorização salarial, nem concursos públicos e melhor infraestrutura. Vamos ser realistas ao abordar que votar em quem está dizendo que não vai investir mais em educação é equivalente a concordar que o piso salarial, a carreira e o porte das escolas não serão respeitados e entrarão na mesma direção dos retrocessos das reformas Trabalhista, Previdenciária e do Ensino Médio.

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