Dia Internacional da Igualdade Feminina marca história de lutas e resistência

Dia Internacional da Igualdade Feminina marca história de lutas e resistência

APP-Sindicato na defesa pelo debate nas escolas, igualdade para uma sociedade plural

📷 Divulgação

Nesta segunda, 6 de setembro, celebramos o Dia Internacional da Igualdade Feminina. Instituída no dia 26 de agosto de 1973, a data é uma homenagem à conquista do voto feminino nos EUA, que ocorreu 53 anos antes. 

No Brasil, o voto feminino amplo chegou em 1934. Porém, tornou-se obrigatório em 1946, assim como o voto masculino. Falar de voto é mencionar Jerônima Mesquita; uma das pioneiras e referência na luta por esta conquista. O dia também simboliza uma reivindicação da participação das mulheres na política.

Mas a desigualdade persiste em todas as esferas da sociedade. A luta da APP-Sindicato também é por igualdade de gênero, desde o fomento ao debate na sala de aula à ação diária, combativa e afirmativa, por respeito e valorização das mulheres, contra o machismo e todas as formas de violência.

“Muitas são as datas comemorativas que marcam as lutas das mulheres pelo fim da violência, por participação digna na sociedade, inserção no mercado de trabalho, por direitos trabalhistas, contra a divisão sexual do trabalho e divisão do trabalho doméstico. É preciso romper a soma da herança escravista com a opressão do patriarcado”, reforça Ana Carolina Dartora, secretária da Mulher Trabalhadora e dos Direitos LGBT da APP-Sindicato. 

“Algumas pessoas perguntam: ‘Por que a palavra feminista? Por que não só dizer que você acredita nos direitos humanos ou algo assim?’ Porque isso seria um jeito de fingir que não são as mulheres que têm, por séculos, sido excluídas. Isso seria uma forma de negar que os problemas de gênero afetam as mulheres.”

(Chimamanda Ngozi Adichie, escritora nigeriana)