Coletivo LGTBI da APP-Sindicato participativo e na luta por direitos e respeito

Coletivo LGTBI da APP-Sindicato participativo e na luta por direitos e respeito


Foto: APP-Sindicato

Lutamos não só pela educação, como pela humanidade e igualdade. Com foco na construção de uma escola livre e sem discrminação, no início de novembro, o Coletivo Estadual de Combate à LGTBIfobia (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexuais), da APP-Sindicato, reuniu-se para avaliar o cenário político no Paraná e dar encaminhamentos ao próximo período.

Na ocasião, ocorreu a apresentação das novas diretorias da Secretaria Executiva da Mulher Trabalhadora e dos Direitos LGBTI, dos Núcleos Sindicais, com suas atribuições tanto ao movimento sindical como à educação pública paranaense.

Pela manhã foram debatidos vários temas, entre eles: o Programa de Formação em Gênero e Diversidade Sexual, abordagem sobre os materiais específicos da área, a agenda de lutas em todo o Estado, além do avanço das forças conservadoras e reacionárias nos municípios com o projeto da Lei da Mordaça.

O secretário Executivo da Mulher Trabalhadora e dos Direitos LGBTI, Clau Lopes, destacou  o princípio da entidade de lutar por uma escola plural com respeito ao debate e à diversidade, inclusive, com a participação de todas as famílias e da comunidade escolar.

Foto: APP-Sindicato

Já no período da tarde, os(as) educadores(as) participaram da XVIII Parada da Diversidade LGBTI de Curitiba, com o propósito de denunciar as perseguições sofridas nas próprias escolas que incluem debates ao respeito e à igualdade de gênero e sexualidade.

 

Confiram o documento aprovado e que reforça esta luta: Relações de Gênero na Educação

 

 

 

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