APP-Sindicato cobra abertura de negociação e comunica definição da assembleia da categoria

No documento, o Sindicato enfatiza a necessidade da Seed se reunir com os(as) educadores(as) para definir pontos importantes para a categoria

Após deliberações da categoria definidas em Assembleia Estadual, a direção estadual da APP-Sindicato protocolou nesta quarta-feira (16), um Ofício solicitando que a Secretaria de Estado da Educação (Seed) estabeleça uma mesa de negociação com a categoria. No documento o Sindicato descreveu ainda as reivindicações de Professores(as) e Funcionários(as) de Escola e a posição dos(as) profissionais frente a proposta de volta às aulas presenciais.

Além do posicionamento da APP-Sindicato e da categoria sobre o retorno das atividades presenciais, o Ofício destaca que uma reunião para tratar com urgência sobre os editais para o Processo Seletivo Simplificado (PSS), as eleições para diretores(as) de escola, LOA e LDO, a não aplicação da reforma do Ensino Médio e a retirada do Plano de Lei para instituir colégios cívico-militares.

De acordo com a APP-Sindicato, é necessário que a Seed e o secretário da Educação, Renato Feder, escutem a categoria, buscando junto aos(às) profissionais a melhor maneira de seguir com o ano letivo e também com assuntos relacionados ao dia a dia das escolas. “Solicitamos uma mesa contínua de negociação para avaliação das condições do retorno, quando este for possível, e amplo debate sobre a educação durante e pós-pandemia, o ano letivo de 2020 e o modelo de ensino e aprendizagem, tanto do ponto de vista estrutural como das condições pedagógicas”, solicita o Sindicato no Ofício.

Assembleia Virtual

É a primeira vez que a APP-Sindicato realizou uma assembleia através da internet. A direção estadual do Sindicato deliberou pela organização da atividade desta forma para assegurar a participação de todos(as) com segurança, considerando as normas de prevenção contra a Covid-19, que impedem a aglomeração de pessoas.

Durante a assembleia, professores(as) e funcionários(as) de escola da rede estadual e das redes de 209 municípios do Paraná aprovaram a realização de “greve em defesa da vida”, contra a retomada das aulas presenciais durante a pandemia do novo coronavírus.