A luta continua: dirigentes sindicais fazem balanço das negociações e mobilizações em live

A luta continua: dirigentes sindicais fazem balanço das negociações e mobilizações em live

Sem previsão de data-base, governo se compromete com promoções e progressões; a APP enfatiza a importância da mobilização para avançar nas pautas

Foto: APP-Sindicato

Na manhã desta quarta-feira (29), a presidenta da APP e representantes do Fórum de Entidades Sindicais do Paraná apresentaram em live as informações sobre o andamento do processo de negociação com o governo.

Confira a live na íntegra abaixo:

A força da mobilização das categorias na rua, consolidada em ato histórico no dia 21 de junho, abriu portas para o diálogo com interlocutores do governo na Casa Civil e na Assembleia Legislativa. 

Em reunião na última terça-feira (28), o governo anunciou que irá implementar as promoções e progressões de 2021 e 2022 e quinquênios e anuênios para as categorias que sofreram com o congelamento das carreiras na pandemia.

“Nós ainda não temos a resposta do governo de quando serão implementadas, porém neste momento é isto que estamos cobrando. Queremos que isso seja dito pelo governador”, explica a presidenta da APP-Sindicato, Professora Walkiria Olegário Mazeto.

Já sobre a data-base, que foi a pauta central da luta nos últimos meses, o governo declinou no pagamento dos 12,13%. Devido ao período eleitoral, o projeto deveria ter sido apresentado nesta semana, o que não ocorreu.

Os(as) trabalhadores(as) ressaltam que o governo pode implementar a qualquer momento o reajuste de 3,39% que é a última parcela que falta da dívida de 2015, desde que haja vontade política de Ratinho Jr. 

“Nós continuaremos na briga para a aplicação dos 3,39%. É pouco, mas é nosso. É dívida do Estado conosco e ele têm que pagar. Nós já ganhamos na justiça o reconhecimento dessa dívida e queremos receber neste ano ainda”, enfatiza Walkiria.

A APP reforça que a luta contra o confisco da previdência dos(as) aposentados(as) e contra a prova didática PSS continua.

“A partir de agora as categorias que integram o FES se reunirão com suas bases para avaliar os próximos passos da luta, pois ela sempre é válida. Nós queremos encerrar esse ciclo de uma gestão que nos toma como inimigos e prejudica os(as) servidores(as), que nunca deixaram de trabalhar e atender a população paranaense”, finaliza a presidenta.

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