O Encontro é promovido pelo Coletivo de Funcionários da APP, logo, a maioria das questões foi voltada para esses trabalhadores. A conclusão unânime é que a situação dos educadores no Paraguai é muito precária. Os funcionários não têm plano de carreira e recebem um salário mínimo daquele país – cerca de 500 reais. “Realmente nós temos o que comemorar no dia 07 de agosto, o dia de funcionário de escola”, afirma Seni Silva, secretária Geral da APP e funcionária da escola. “Claro que tudo isso é resultado da nossa luta”, ressalta.
Outra diferença é que naquele país há 8 sindicatos, ou seja, não há união. Isso é um problema, segundo o diretor. Outra diferença é que todos os colégios públicos são do governo federal e o financiamento público é precário. Associações de pais é que ajudam a manter os colégios. O colégio visitado possui uma ótima estrutura, mas Cledí Meireles ressalva que ele é o único assim no país, pois é o colégio-modelo.
Na próxima semana, a APP lançará no portal um vídeo sobre a visita, que mostrará mais detalhes sobre essa visita.
Na manhã de hoje, Marlei Fernandes de Carvalho, presidenta da APP conversou com os funcionários sobre as negociações. Valdivino de Moraes, secretário de funcionários encaminhou uma avaliação sobre a visita de ontem. “Somos favoráveis a um intercâmbio para socializar experiências no âmbito sindical mas também sobre as políticas públicas da educação. É a primeira experiência que está sendo considerada uma grande iniciativa”, afirma.
Hoje à tarde, o encontro é na Argentina. Acompanhe no portal as novidades.
O Encontro teve repercussão na imprensa local e estadual. Valdivino debate a questão no Bom Dia Paraná. Assista ao vídeo abaixo.

















