Durante esta semana, o sindicato já conversou com deputados da base e da oposição – na Casa Legislativa – para pressionar a rápida aprovação da matéria. De acordo com o governo, independente do tempo que levar a aprovação, o pagamento será retroativo ao mês de julho.
A atuação da APP, nos últimos dias, foi no sentido de garantir o envio do projeto e sua aprovação, em caráter de urgência, ainda em agosto. Como a matéria ainda não foi aprovada, só deverá entrar em vigor após sua completa tramitação no Legislativo estadual.
Para a presidenta da APP, professora Marlei Fernandes de Carvalho, a participação em peso da categoria na paralisação da próxima terça-feira, dia 30 de agosto, será estratégica para pressionar parlamentares e governo na votação da mensagem do Executivo.
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