A presidenta da APP-Sindicato, Marlei Fernandes de Carvalho, e o secretário de Imprensa e Divulgação da entidade, Luiz Carlos Paixão da Rocha, se reuniram na quarta-feira com a superintendente da Secretaria de Estado da Educação, Eliane Rocha, e a chefe de recursos Humanos, Graziele Andriola para expressar a preocupação de várias escolas, com documento encaminhado pela secretaria de Educação sobre a aplicabilidade do porte. Na aplicação do Porte, feito a partir das matrículas efetuadas até o momento, muitas escolas ficariam com pessoal, especialmente pedagogos, em excesso. Podendo estes “em excesso” serem remanejados para outras escolas. A crítica é de que o remanejamento dos considerados “em excesso” trará enormes dificuldades para o funcionamento dos estabelecimentos de ensino.
Durante a reunião, a chefe de recursos humanos da Seed afirmou que o envio do comunicado teve, como objetivo, garantir o suprimento de todo o pessoal, e que a Seed não pretende fazer remanejamentos, a não ser dos educadores PSSs.
A APP também questionou o fato de o estado não estar levando em conta, para o cálculo do Porte, as salas de apoio e os programas que a Secretaria afirma que irá implantar nas escolas, na área de esporte, artes e ciências, bem como as aulas treinamento.
A Seed se comprometeu em só fazer a aplicação do Porte após a publicação e efetivação da Resolução dos programas de contra-turno nas escolas.
Assim, não haverá nenhum remanejamento sem que seja considerada a nova realidade de matrículas nas escolas. A APP continuará acompanhando o desdobramento da efetivação do porte junto a Seed, e orienta as escolas com problemas, a procurar o Núcleo da APP de sua região.

















