“Na verdade, eles dão visibilidade e voz às mulheres, em especial as que são vítimas de abusos. Infelizmente, a violência contra a mulher em nosso Estado e em nosso país é muito banalizada e silenciada. Muita gente até nos questiona: ‘Mas a violência não é contra todo mundo?’ Sim, é. Mas a violência contra a mulher se dá pelo gênero, pelo fato dela ser considerada inferior ao homem, ou de ser considerada posse. Por isto muitos homens se acham no direito, ao fim de um relacionamento, de matar suas parceiras. Por isto a APP, através da sua Secretaria de Gênero, se posiciona publicamente contra todo tipo de violência contra a mulheres”, analisou.
Durante a marcha houve manifestações sobre diversos temas da luta feminista, com a participação dos diversos movimentos sociais que integram a organização do evento. O ato inicial que marcou a marcha foi a leitura, por participantes da marcha, de textos sobre mulheres vítimas da violência no Estado apenas este ano. Em outro parada do ato, na esquina da Marechal Floriano com o calçadão da XV de Novembro, as mulheres repudiaram conceitos e rótulos que transformam as mulheres em objetos.

















