Coletivo de Juventude da CNTE se reúne em Brasília

Coletivo de Juventude da CNTE se reúne em Brasília


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Formado em 2011, o Coletivo de Juventude da CNTE (Confederação Nacional dos(as) Trabalhadores(as) em Educação), realizou sua segunda reunião nesta segunda (19), onde os jovens presentes reafirmaram a necessidade da efetivação de coletivos de juventude nos sindicatos, levando em consideração a importância de formação de novos dirigentes.

Durante a reunião foram relatadas as dificuldades enfrentadas para a formação dos coletivos e também as iniciativas exitosas que já estão sendo implementadas por alguns sindicatos. Afim de garantir a expansão destas experiências, é essencial garantir participação dos jovens em todos os espaços de discussões promovidos pelas entidades sindicais.

Com o objetivo de fortalecer os coletivos, foi debatida a proposta  do curso de formação sindical da juventude na educação. O curso, em parceria com a Secretaria de Formação da CNTE, será na modalidade EAD e contará também com encontros presenciais. A ferramenta, apresentada no seminário nacional de formação da entidade, vai permitir que as informações sobre os inscritos nos cursos, as avaliações, listas de presença e apresentações de relatório sejam feitos online, o que vai tornar o processo de formação ainda mais rápido.

Além dos debates internos, Silvana Silva (SINTEP-MT), representante da CNTE no CONJUVE (Conselho Nacional de Juventude) apresentou as pautas nacionais da juventude Brasileira, como a tramitação do Estatuto da Juventude.

Para Luiz Fernando Rodrigues, secretário de Juventude da CUT-PR e da base da APP Sindicato, “com a aprovação do Estatuto da Juventude, após vários anos de mobilizações por todo o país, é a oportunidade da juventude brasileira efetivar e expandir direitos. A lei delimita a faixa etária, afirma direitos nos campos de participação e indica a criação do sistema nacional de juventude, com incentivo ao associativismo juvenil, a universalização da educação básica gratuita e de qualidade, o acesso ao ensino superior e à educação profissional e tecnológica, a proteção contra todos os tipos de discriminação, dentre outros”

Fonte: CUT-PR

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