Para a presidenta da APP-Sindicato, professora Marlei Fernandes de Carvalho, a luta ainda é longa. “Nós vamos continuar cumprindo com a nossa tarefa, que é de gritar, de perguntar quem matou Rachel, Tayná e tantas outras mulheres, trabalhadoras, violentadas por uma cultura patriarcal e machista. Queremos respostas contra a impunidade”, afirmou a presidenta durante a manifestação que atraiu quem passava pelo local.
A violência no Paraná – De acordo com a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que investigou a violência doméstica no país, o Brasil é 12º país com a maior taxa de homicídios femininos, enquanto o Paraná e Curitiba ocupam, respectivamente, a 3ª e 4ª posição no ranking da violência. Em todo território nacional, estima-se que a cada 2 horas uma mulher é assassinada e que 80% destes casos são cometidos pelo parceiro afetivo.











